Primeiro Setor |
Prefeituras, Câmaras de Vereadores, Poder Legislativo e Judiciário, órgãos e empresas públicas |
Segundo Setor
|
Empresas de capital privado, associações e federações do setor produtivo |
Terceiro Setor |
ONGs, sindicatos, associações de classe, clubes, fundações |
Comunidade |
Associações de moradores e de pescadores |
O processo de elaboração das Agendas 21 nos municípios sob influência do Comperj tem a participação direta de representantes distribuídos pelos quatro setores da sociedade. Donos de interesses distintos, cada setor fez uma prévia avaliação dos 40 capítulos escritos à época do documento (durante a Eco-92) sob a facilitação de quatro entidades sem fins lucrativos.
Ao Primeiro Setor cabe a atribuição de fazer e votar leis. Constituído por órgãos governamentais como ministérios e secretarias, além de empresas de economia mista – aquelas que têm recursos públicos aplicados em suas contas - o Setor recebeu a consultoria do Instituto Ipanema. Já o Segundo Setor, por sua vez, contempla todas as iniciativas privadas, basicamente afeitas à visão mercantil e aos interesses particulares. A moderação foi realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (ISER).
O Terceiro Setor é formado por sindicatos e organizações juridicamente constituídas e objetiva oferecer serviços de interesse público. A Associação Projeto Roda Viva recebeu a tarefa de organizar os encontros.
Por último, e não menos importante, encontra-se a Comunidade, representada por munícipes em geral, associações de moradores e de pescadores. Auxiliados pela Associação de Serviços Ambientais (ASA), eles também definiram suas preocupações e oportunidades para os municípios dos quais fazem parte.
Em seguida, a Fase Municipal reuniu todas as visões para criar o Plano Local de Desenvolvimento Sustentável (PLDS) de cada um dos municípios.
Clique aqui para saber o que são os PLDS.